I. A gestão das expectativas das vítimas.
II. A relação entre a estratégia processual nacional e a estratégia processual internacional.
III. A oportunidade para a apresentação da petição na CIDH. A possibilidade de fazer apresentações enquanto o processo na instância judicial nacional está em trâmite. Os casos com múltiplos processos em instâncias judicias nacionais.
IV. Apresentação de medidas cautelares perante CIDH.
V. O Escrito da Petição: elementos que deve conter a peça e a suas atualizações.
VI. A identificação das vítimas, a incorporação de novas vítimas.
VII. O Relatório de Admissibilidade da CIDH: verificação dos requisitos de admissibilidade.
VIII. A busca e conveniência da Solução Amistosa.
IX. O Relatório de Mérito da CIDH: violações achadas pela CIDH e determinação do marco fático e das vítimas.
X. A conveniência do envio do caso á Corte IDH.
XI. O Escrito de Solicitações, Argumentos e Provas (ESAP): A peça fundamental do processo perante a Corte que a representação das vítimas tem que apresentar. Elementos fáticos, argumentos jurídicos, incorporação de novas vítimas. Pedido de reparações e medidas de não repetição.
XII. A resposta ás Exceções Preliminares apresentados pelo Estado: análises e argumentos que deve conter a peça.
XIII. A etapa da produção da prova oferecida.
XIV. A audiência perante os juízes e juízas da Corte IDH.
XV. Os Argumentos finais escritos: elementos que deve conter a peça.
XVI. A sentença. O seguimento de cumprimento da sentença na instância internacional e no sistema judicial nacional.